• Nutrição para Gestantes

  • Objetivos do acompanhamento nutricional:

    • Definir o ganho de peso semanal adequado para cada gestante com base nas características metabólicas individuais;

    • Prevenir e tratar carências vitamínico-minerais específicas de cada trimestre gestacional;

    • Prevenir e tratar complicações obstétricas como a resistência insulínica, a hipertensão e o diabetes gestacional;

    • Corrigir transtornos gastrointestinais (náuseas, azia, constipação);

    • Planejar a dieta do período pós parto visando um emagrecimento seguro que não comprometa o sucesso da amamentação (plano alimentar entregue com 36 semanas de gestação).


    Saiba mais:

    O acompanhamento nutricional durante o pré-natal é fundamental para a detecção de riscos relacionados ao estado nutricional materno-infantil.

    As deficiências de vitamina A, ferro, ácido fólico, iodo e cálcio são as mais prevalentes entre as gestantes podendo comprometer de forma significativa o resultado obstétrico.

    Evidências atuais revelam que o ganho de peso gestacional, mesmo nas fases iniciais da gestação, tem grande impacto nas condições de saúde do bebê, podendo modificar o peso ao nascimento, idade gestacional ao nascimento e aumentar a suscetibilidade às enfermidades crônicas como doenças coronárias, diabetes e hipertensão na adolescência e fase adulta.

    O acompanhamento nutricional individualizado minimiza desconfortos comuns do inicio da gestação como azia, náuseas e constipação que acontecem devido às alterações hormonais.

    Durante o acompanhamento nutricional a gestante receberá orientações específicas quanto à higienização e preparo dos alimentos podendo assim minimizar o risco de toxoplasmose por eliminar os cistos do protozoário causador desta doença.

    É importante lembrar que as necessidades nutricionais não se distribuem de maneira homogênea durante os 3 trimestres da gestação. No primeiro trimestre de gestação as mães serão orientadas quanto ao consumo adequado de ácido fólico, vitaminas do complexo B e ômega 3 que ajudam a prevenir a má-formação no cérebro e na medula espinhal.

    Já no 2º trimestre avaliamos se há a necessidade do uso de suplementos já que a partir de então a demanda por alguns minerais estarão muito aumentadas em relação ao primeiro trimestre.

    A anemia deve ser combatida já que deficiência de ferro está associada com a queda do sistema imunológico do bebê assim como a deficiência de cálcio que pode propiciar contrações uterinas prematuras induzindo assim um parto prematuro.

    Uma alimentação balanceada pode garantir uma gestação mais saudável reduzindo o risco de crescimento intra-uterino inadequado assim como o risco de desenvolvimento de defeitos congênitos.
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